terça-feira, 24 de julho de 2012

A capacidade de alcançar o sucesso - Vejam esta!

Depois não digam que eu não aviso!!!!

Vejam esta:


A capacidade de alcançar o sucessoPDFVersão para impressãoEnviar por E-mail

Templo de Apolo




A capacidade de alcançar o sucesso está ligada à de definir clara e detalhadamente os objectivos.
 
No tempo em que vivemos, ainda é actual o dístico exposto na entrada do Templo do Oráculo de Apolo, em Delfos: “Se queres entrar aqui, conhece-te a ti mesmo!”
 
A antiguidade está cheia de lições sobre a necessidade de olharmos para dentro de nós mesmos, ao mesmo tempo que não perdemos o mundo de vista, criando uma relação harmónica extremamente favorável à formulação e construção de objetivos. 
 
Há por exemplo, o mito da esfinge que propunha um enigma ao viajante, que se não o decifrasse seria devorado.
 
A cada dia a realidade está nos desafios da esfinge: ”Decifra-me ou devoro-te.”
 
Formular objectivos claros e de contornos bem definidos é a resposta que podemos dar diariamente à misteriosa esfinge que nos espreita.
 
Um objectivo para servir de alavanca, precisa ser específico; deve ser formulado em termos positivos; sugerir evidências sensoriais específicas como uma pintura sobre tela; situar-se num contexto; depender do controle pessoal de quem o formula e ser realizável.
 
É muito importante ter sempre em mente que ao formular-mos objectivos, movimentamos as nossas energias em função de os conquistar.
 
Diversas pesquisas concluíram que a forma de pensar determina, em grande parte, o que vivenciamos. Pensar positivamente aproxima-nos das nossas metas; isto torna-se contagiante e gera substâncias químicas e sentimentos bons que reforçarão a positividade do pensamento.
 
Os sentimentos geram pensamentos, mas estes também podem gerar sentimentos, ou se quisermos usar outra nomenclatura, geram atitudes mentais. 
 
Assumir o controlo dos pensamentos é assumir o controlo dos sentimentos e a liderança da nossa vida.
 
É uma grande descoberta a consciência de que podemos modificar as nossas vidas, modificando a mentalidade.
 
Como no infinito, linhas, ideias e versos se cruzam, deixo aqui a epígrafe da semana. 
 
É frase da mesma estirpe dos dísticos citados no texto e deveria ser sempre entoada de si para consigo: 
 
"- Quem é você? – Adivinha, se gosta de mim…" 
(Chico Buarque)



Resposta!!!


Olá!

O desafio da esfinge não era, ”Decifra-me ou devoro-te.”???
O que é que isso tem a haver com, "Formular objectivos claros e de contornos bem definidos"?
Honestamente, eu, não vejo qualquer relação entre as duas afirmações.
Uma, a 1ª, é interiorativa.
Virada para dentro.
A Outra, é, para fora, para resolver no exterior. Para resolver no subir na escada do "ego".
Desgraçados dos que, assim, se aproximaram da esfinge.

Outra, ainda, coisa é, assumir o control!
Mais do «ego».
Assumir o control interior do que se pensa e sente (não é o que nos fazem quando somos pequeninos?... chama-se a isso, "educação"!!!) de forma a ter control sobre o que se apresenta como desafio.

Isso, chama-se de, autocontrol.
Não "auto domínio". Nem tão pouco, "Autoconhecimento" que, é o desafio da esfinge, como no de Delfos. "Conhece-te a ti mesmo" é o conhecer da sua própria sombra e limites, as suas dificuldades, recursos e potencial, INTRÍNSECO.
Conhecer do que cada um é feito.
A sua ESSÊNCIA.

Não tem nada a haver com, objectivos, nem sucesso e muito menos, o sucesso do EGO.

Para ser mais claro: Passar a esfinge ou entrar em Delfos, não é o mesmo que ser aceite e "convidado" a entrar no clube de "sucesso" lá do sítio. Mas, antes, a superação do «eu». EGO!

Outra:
"- Quem é você? – Adivinha, se gosta de mim…" . Lol. Dependência.

Mas, mas, ... pode ser só coisa minha.

Sugiro, uma abordagem mais objectiva, assertiva, cuidada, fora do que, quer "forçar a passar"!!!

Talvez, talvez..., então, encontre a diferença.

Abraço.

Força e Coragem.
Luís mvm









sexta-feira, 13 de julho de 2012

Alinhar o «fora» e o «dentro»


Pergunta.


- Quando alguém nos diz; "Pensei que pudessemos conversar melhor e com calma, mas vejo que não é mais possível, então não há motivos para continuarmos aqui. Boa sorte!" - Depois de ter desligado/interrompido a comunicação sempre que não conseguia os seus propósitos: 
. Que pretendia?
. Que resposta dar?
. Como mostrar-lhe que as suas palavras não correspondem aos seus comportamentos?
Que propósitos, não são claros?

Alinhar as nossas palavras com os nossos actos, os nossos pedidos com as nossas atitudes, implica alinhar as nossas responsabilidades Externas com as Internas.

Estamos preparados para isso?

Ou continuamos a dar "coices" como o apresentado em cima? ...

Abraço.
Luís mvm



quinta-feira, 12 de julho de 2012

Respeito. a Dignidade do Medo.


O Respeito "é", a dignidade do, Medo.

Respeito é: a "forma" encontrada para lidar com o Medo.
Seja nosso, seja de um outro.
esteja dentro, esteja fora. de «mim».

O "respeito é" uma forma de "control" do medo.

Seja para o manter "dentro" ou "fora" de «mim, em "CONTROL".

Respeito serve para me aproximar/distanciar do medo, em Control.
Em SEGURANÇA.

Seja para com Inimigos/Adversários.
Seja para com Amigos/Parceiros.

Eu EXIJO!
Eu PEÇO...
Porque TENHO medo de algo que aconteça, diferente do propósito.
Porque QUERO que algo suceda de acordo com o meu interesse.

Então manipulo.

Trago/convido, para junto de mim, o que tenho medo e posso não conseguir controlar.

Afasto/reprovo, o que não consigo obter/fazer que aconteça, à minha Maneira...

Utilizo a abordagem que melhor se adequa, a mim, a cada momento.

Se tenho medo de algo/que não consigo controlar, abordo de forma respeitosa (manipuladora) para que o "encontro" seja feita por "encaixe" suave e ao gosto de «mim».

Se não consigo.

das duas uma:
- afasto-me o mais depressa possível.
- acabo (ou peço que acabe) com "a coisa" o mais rapidamente possível de forma a poder retornar, a uma "posição" segura.
CoNFoRTáVeL.

Assim, respeito é:
- a forma mais digna de abordar o medo.

. o respeito que se dá ou tem a algo/alguém, pois pretendemos a sua aprovação
. o respeito que se exige a/de algo/alguém que tememos, possa "não agir", de acordo, com o que nos transmite/faz sentir seguros.
. o respeito que pedimos para que algo aconteça (ou alguém faça/cumpra) com um propósito pois tememos que algo suceda a nós/aos outros. Criação/Invasão de limites.

Se observarem bem, sempre que cada uma estas 3 situações surge, alguém, está com medo.

Exemplo.

Tenho abaixo um vídeo em que o Iker Casillas, na final do Europeu e quando já passados os 90' regulamentares em que a Espanha vence a Itália por 4-0, pede ao assistente que se acabe com o jogo e pede "Respeito por Itália". Pois a agonia de um adversário digno (e amigos) que não se pode bater de igual e que continua a sofrer golos atrás de golos, já não é uma festa. E o Medo de uma Humilhação pesada, fá-lo pedir, Respeito. E nisso, ele, foi, Digno.

Mas ser-se digno no/para com o medo, é tão só a forma mais eficaz de se mostrar Respeito.




Abraço
Luís mvm