terça-feira, 25 de outubro de 2011

VOZ – PRESENÇA SISTÉMICA - PORTO - 30 de Outubro


Car@s Amigos.
Espero encontrá-los bem.
Ainda há vagas para o Workshop e disponibilidade para atendimento em privado.

A confirmação de presença no Workshop deve ser feita até dia 29 às 15h, após o qual será encerrada a lista de participantes.
A marcação de Consulta Individual, actualmente é só para os dias de 31 de Outubro a 12 de Novembro.
Devem realizar as Inscrições e Marcações para este email ou para o tlm: 919 744 249, assim como para qualquer esclarecimento.

Abraço.

VOZ – PRESENÇA SISTÉMICA

Regressão – Amor – Consciência

http://actividadesodespertardoeu.blogspot.com/2011/10/voz-presenca-sistemica.html





segunda-feira, 3 de outubro de 2011

VOZ


A VOZ é o elemento preferencial revelador do que colocamos fora e há, em nós.

É o recurso que a cada momento nos dá informações precisas sobre: o que a que é que estamos relacionados.

É o elo de conexão entre o exterior e a consciência. (Corpo, Mente/Emocional e Espírito).

A VOZ e os Sintomas no corpo são as manifestações externas das múltiplas conexões sistémicas internas a que estamos vinculados e cuja nossa vida é uma constante oportunidade para o retomar do fluir, do Amor.



Luís mvm


PRESENÇA


A vida existe a cada momento e a cada circunstância.

Ela existe e está sempre a dar-nos oportunidades para que nos distanciemos do que lá atrás aconteceu e ao qual continuamos agarrados. E enquanto continuarmos agarrados continuamos a justificar a nossa vida, por esse apego.

Há no nosso passado memórias dolorosas que continuamos a alimentar. Sejam elas nossas, dos nossos pais, familiares, amigos ou outros.

Por vezes alimentamos culpas e ressentimentos por julgamentos de falhas nossas, ou dos outros. E esses julgamentos continuam a actuar no presente e a condicionar o nosso futuro.

Somos nós, os nossos próprios sabotadores e continuamos a alimentar a sabotagem, perpetuando a dor e o medo.

Podemos continuar a fazê-lo ou, saímos do drama.

Isso implica toda uma nova percepção e compreensão dos nossos dramas pessoais, familiares e sociais.

Isso implica ousar tocar o que tememos, escondemos e, libertá-lo.

Sempre que tocamos uma memória que nos é dolorosa, devemos aproveitar para retirar o que é de nós, para dela tomar consciência e compreensão. E o que não é nosso, é para devolver a quem de direito, mas de forma harmoniosa e já em nós, pacificada.


Luis mvm