quarta-feira, 29 de janeiro de 2020
terça-feira, 29 de maio de 2018
quarta-feira, 23 de maio de 2018
sexta-feira, 7 de abril de 2017
FORMAÇÃO em CONSTELAÇÕES SISTÉMICAS - BRAGA
FORMAÇÃO em CONSTELAÇÕES SISTÉMICAS
FAMILIARES
BRAGA
de 29 de Abril a 01 de Maio
Introdução:
Com a chegada do novo Século (XXI) e o surgimento do movimento New Age que vimos assistindo a um despoletar de Novas Terapias e Métodos Alternativos, à Medicina dita convencional que procura isolar o problema para o resolver.
Acontece que alguns destes métodos outrora excepcionais, só olham para partes do problema. Não abrangem o todo. (ex: Por isso continuamos a tomar medicação para uma coisa que faz mal a outra...).
Com o pensamento sistémico inaugura-se uma nova forma de análise, olhando para o problema como parte de Todo um Sistema que interage com váriáveis entre si e o próprio sistema numa contínua relação de mudança. Todos os sistemas, em que o Homem é um dos elementos, têm estas características (família, amigos, grupos, clubes, associações, empresas, organizações, governo, universidades, etc.).
A Metodologia Sistémica integra as diferentes variáveis e olhando para o Sistema como um todo Maior. Permitindo assim, dar corpo e expressão a um olhar silencioso e não invasivo Método, de Cura da Alma. A «campos» e níveis do subconsciente de uma forma simples e tremendamente eficaz
As Constelações Sistémicas são assim, o novo e mais eficaz método de cura neste início de século. E o método do futuro a ser aplicado em todas as circunstâncias da nossa vida.
- Porquê?
- Porque abrem uma janela para a Alma. Bert Hellinger
Objectivos:
ESTA FORMAÇÃO tem por OBJECTIVO; proporcionar essa abertura.- Olhar, Ver, Sentir, Interiorizar e levar todo um novo e refrescante olhar.
- Uma nova abertura para a vida.
- Dotar os Participantes de recursos e novas ferramentas naturais, para uma nova abordagem nas suas vidas, famílias e locais de trabalho.
- Desenvolver uma visão mais abrangente da abordagem sistémica fenomenológica.
- Desenvolver uma maior consciência e sensibilidade para o Todo Sistémico.
- Ajudar a aplicar as ferramentas sistémicas no seu dia-a-dia e local de trabalho.
- Aprender a aceder a informação que já sabemos, mas não sabemos que sabemos
- Desenvolver capacidades e talentos que mal se conhecem
- Aprofundar a percepção do paradigma sistémico e desenvolver / confiar na intuição
- Alargar o repertório de intervenções possíveis
- Desenvolver uma atitude diferente de abordagem aos problemas
- Aprender a trabalhar com pouca ou nenhuma informação
O Objectivo da Formação é a de integrar e desenvolver uma visão sistémica nos participantes, desenvolver capacidades para uma prática eficaz, conhecer e ganhar competências na utilização da metodologia das Constelações Sistémicas Familiares e da saúde.
Com este curso, pretende-se dotar os participantes com uma afinada visão sistémica, para que possam gerir mais eficazmente as suas vidas; pessoais, familiares e profissionais, duma forma mais segura e consistente.
Participação:
Podem Participar TODOS os que tenham mais de 18 anos sem limite de idade.Podem participar profissionais de diversas áreas de actividade como; psicólogos, terapeutas, profissionais de constelações sistémicas e todos os que se interessam por temas de desenvolvimento pessoal e interessados em novas e inovadoras metodologias.
E ainda; estudantes, profissionais (de saúde ou não), desempregados, reformados, pais, filhos, avós.
Deste modo o grupo fica enriquecido, o que potencia a troca de experiências e fomenta uma sinérgica associação de conhecimentos.
Metodologia:
Esta formação é essencialmente prática, com simulações e casos reais. Assim, a aprendizagem e integração de todos os conceitos é mais eficaz. Utilizam-se métodos activos, prácticos, vivenciais, trabalhos de grupo, além do método expositivo para a transmissão dos conceitos e conhecimentos essenciais.Face aos objectivos e características dos participantes, pretende-se que a actividade destes seja em si própria considerada motor da aprendizagem, com implicação activa no processo, quer intelectualmente, quer cognitiva, afectiva e emocionalmente.
Neste contexto, privilegia-se a dinâmica interactiva com os participantes, tendo em vista o desenvolvimento das suas capacidades de análise, diagnóstico e decisão.
Este curso é muito vivencial, pelo que os participantes têm um papel activo permanente, observando-se a si próprios, fazendo muitos exercícios e aperfeiçoando as suas competências.
Os participantes aprendem os princípios básicos teóricos, verificam o desenvolvimento da Metodologia sistémica e das constelações Familiares, aprendendo uma forma inovadora de trabalhar.
Com esta formação, os participantes asseguram um conhecimento único, que lhes proporciona uma profunda compreensão e experiência dos princípios utilizados nesta metodologia.
Durante o curso, os participantes têm a possibilidade de experienciar e aprofundar os princípios básicos da teoria do trabalho sistémico. O foco central está na prática, exercícios, reflexão e integração.
Desde o primeiro dia, os participantes são convidados a estar nos diversos papéis (facilitador, representante e assistente), bem como, a facilitar constelações em pequenos grupos, fazer pequenos processos de coaching, treinar a sua visão sistémica e experienciar os efeitos e resultados da metodologia. O formador supervisiona continuamente os participantes no caminho para o passo seguinte.
Para o responsável deste curso é claramente assumido a transversalidade desta metodologia, pelo que importa ter sempre presente o aprofundar da análise dos diversos casos práticos e das situações reais.
Organização e Horário:
A Formação desenvolve-se ao longo de três dias intensivos. Assim, a aprendizagem torna-se mais eficaz, pela concentração do tempo e pelas experiências e exercícios vivenciados.
Os módulos são essencialmente práticos:
DIAS: 29 e 30 de ABRIL. 1 de MAIO
HORÁRIO: 10H - 18H
Local de Realização:
IPN de BRAGA: Edifício Flamingo
Avenida Cidade do Porto, nº 50, 1º esq. e nº 52 R/C. 4750-084 Braga
Tlf: 253 691 019 - 253 691 019
Processo de Admissão:
A admissão de participantes à frequência do curso é da exclusiva competência e responsabilidade da Organização e será realizada em obediência a um conjunto de critérios, para garantir a qualidade e equivalência de buscas cientificas dos interessados. Não há restrição quanto a formação superior dos interessados e não é exigido experiência prévia em “Constelações”.
Certificação:
Os participantes que completem a Formação, terão direito a receber um certificado passado pela Ser Feliz - Consultoria Sistémica e assinado pelo Formador.
Programa Completo:
Trata-se de um programa extenso e ambicioso que vai ser dado de uma forma transversal para que melhor se adapte à aprendizagem e desenvolvimento de todos os participantes. Com esta estratégia, o curso é muito dinâmico, conseguindo-se uma perfeita consolidação e integração dos conhecimentos transmitidos.Índice:
FUNDAMENTOS
- O que são Constelações Sistémicas.- Os Fundamentos Fenomenológicos.
CONCEITOS BASE
- A Visão Sistémica.
- As Ordens de Amor.
A FAMÍLIA
- Homem e Mulher; a Base da Família.
- Pais e Filhos.
VINCULAÇÃO SISTÉMICA
- A Consciência do Grupo Familiar.
- Vínculos Familiares: As Histórias que se repetem.
- A Lealdade Invisível
CAUSA E EFEITOS NAS DOENÇAS FAMILIARES
- A Relação entre: "Acontecimento e Sintoma".
- Sintomas; uma janela para a Alma.
COMUNICAÇÃO SISTÉMICA
- Os elos que comunicam
- Palavras de Poder
- «dor» e alívio
- Victim & Owner Palier
FUNCIONAMENTO DAS CONSTELAÇÕES
- Montagem das Constelações
- O Papel do Representante e do Facilitador
- O Método: As Novas Constelações.
Programação:
Como se trata de uma formação integrada, o plano curricular é apresentado de uma forma transversal, para que melhor se adapte à aprendizagem e desenvolvimento de todos os participantes. Devido às características da metodologia e da necessidade de integração, as matérias do plano curricular são ministradas ao longo dos 3 dias. O plano curricular está sempre presente nos módulos, fazendo-se sempre a ligação com matérias já dadas e a introdução de novos conceitos. Este plano poderá sofrer alterações / acertos de forma a adequar o conteúdo programático ao grupo de participantes e a eventuais imprevistos.Formador:
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| Luís Viegas Moreira Consultor Sistémico |
Luís Viegas Moreira; Compositor, Director Coral, Terapeuta de Voz e Canto, estudou Psicologia e Marketing, Director Comercial, Sócio e Consultor em várias Empresas, desde 2008 dedica-se às Constelações Sistémicas Familiares, Pessoais e Organizacionais.
É membro da Associação Internacional de Constelações Sistémicas (ISCA), conferencista e palestrante. Organiza Workshops ligados à Visão e Voz Sistémica, Saúde, Família, Liderança e Gestão de Empresas. Como Consultor, desenvolve actividade em várias empresas e associações.
Investimento:
Para facilitar a participação de todas as pessoas que realmente estão interessadas nesta formação, existem duas formas de pagar, em função dos desejos e possibilidades de cada participante, em função da data de inscrição, conforme pode ver em baixo. Contacte a Organização para qualquer informação adicional que deseje ou para procurar uma outra alternativa que mais lhe interesse. Os pagamentos a prestações serão formalizados através de cheques pré-datados.
CONDIÇÕES DE PAGAMENTO A PRONTO
- ATÉ 15 DE ABRIL - 300,00€ . APÓS 15 DE ABRIL - 350,00€
CONDIÇÕES DE PAGAMENTO A PRESTAÇÕES
- INSCRIÇÃO (até 15 de Abril) - 150,00€
- RESTANTE PAGAMENTO (até ao 1º dia do evento) - 200,00€
segunda-feira, 11 de julho de 2016
A Fraqueza do Espírito
Há muitos anos que sigo alguns princípios básicos do "ver".
Infelizmente, "ver", nem sempre é uma coisa boa/fácil pois coloca-nos numa situação «chata», aborrecida, pois sabemos de antemão o resultado e onde certos caminhos vão dar.
Assim, se temos o dever de "ALERTAR", ou não, ficamos sempre numa encruzilhada.
"Ser preso por ter e por não ter, cão".
Assim, quando me deparo com claras fraquezas do Espírito (reparem que não falo de consciência, moral, ou ética, mas sim, fraquezas do Espírito) fico sempre um pouco, "a modos de que".
Pior me sinto se as pessoas que o revelam, são pessoas por quem tenho apreço, amizade, amor mesmo.
Fico triste.
Acabo por sentir, que certas coisas não podem ser ditas, partilhadas, feitas.
Fico e sinto-me mais só.
Por vezes, isolado.
Mas, o mais desagradável, é ver que para além da fraqueza de Espírito, essas pessoas ficam chateadas, por sentirem isso mesmo. Que são fracas. frágeis. E que o seu objectivo de serem vistas como iguais, e com isso obterem o reconhecimento e o mérito de "iguais", as leva a desprezar, agredir e ofender.
Antes ficava possesso, perante a ingratidão, absurda.
Hoje, fico triste.
Um dia, não sentirei mais nada...
Pois cada um tem o seu caminho.
Entristecermo-nos por ele, retém-nos. Agarra-nos na dor.
E o que precisamos é de andar para a frente.
Soltar as amarras, as dúvidas, as emoções e os pensamentos que nos derrubam.
Compreender o transitório e que cada um, no seu tempo e no seu ritmo, irá lá chegar.
Todavia, o andar a malhar em ferro frio, não deixa de ser doloroso e certos calos, podem dispensar-se.
A fraqueza de Espírito pode revelar-se nas mais variadas situações. (não confundir com falhas de carácter).
A fraqueza de Espírito tem raiz familiar.
E só quando surge uma oportunidade única, de redimensionar as circunstâncias e de superar os medos interiores, e fazer forças das fraquezas, podemos dar a volta ao contexto.
É o que podemos dizer da selecção de futebol que acaba de ganhar um Europeu.
Aproveitou as circunstâncias mínimas para rentabilizar o máximo.
Tal como os exploradores de outrora ou os inventores do desenrasca nacional.
Por isso o Fado é um Monumento ao choro e à desgraça. Nossa ou alheia.
Inverter a Fraqueza de Espírito em Força Espiritual, requer sempre um guia, um líder com força de fé num «maior» que o todo.
Por isso a fraqueza.
A "não fraqueza" não requer esse líder/guia.
Ver, significa, "através e para além de".
Assim, o líder segue o que crê, e todos seguem o líder.
Depois, todos são heróis...
Seja isto levado no campo do futebol, na fé, na religião, na família ou nas relações entre amigos.
Fraqueza de espírito promove a descrença. A falta de força e de carácter.
Desenvolve o Medo e aumenta a dor.
Se tiver de seguir, que siga quem me quer bem, me dá o que preciso e a liberdade de ir e voltar. Sempre.
Até que para mim, sem mais necessidade de fé, dê o salto num abismo que me liberta de todas as dúvidas.
Aí, encontro a força de Espírito necessária para estar vivo e viver, integral e plenamente, a experiência que me é dada, a viver.
sexta-feira, 20 de maio de 2016
Acordo Ortográfifco - Artigo de Miguel Sousa Tavares no EXPRESSO
Acordo ortográfico...???
O que é isso?
Não estarão a fazer referência ao
"aborto ortográfico"???
ESTE TEXTO DE MST É PARA SER LIDO COM CALMA E SEM PAIXÕES!!!
Miguel Sousa Tavares
Eu sei, o assunto — o Acordo Ortográfico de 1990 — é uma chatice, ninguém está para se preocupar com ele e dá algum trabalho tentar perceber melhor do que se trata. E também sei, mais de um quarto de século decorrido (!), que o destino já está traçado de há muito e a batalha perdida, por natureza: manda quem pode, obedece quem deve. Todavia, porque estas coisas da língua pátria e da pátria não me são indiferentes, e para memória futura, volto ao assunto, agora que ele voltou à actualidade pela mão de Marcelo Rebelo de Sousa.
Quando o acordo foi tornado público, eu fui um dos subscritores do primeiro manifesto contra o AO, assinado entre, vários outros, por Marcelo.
Mais de vinte anos depois, entre adormecimentos e ressurreições, escutados e voltados a escutar todos os argumentos de ambos os lados (sobretudo, os argumentos contra, porque do outro lado se dispensaram soberbamente de contra-argumentar), a minha posição de início mantém-se inalterável: não sei quem pediu o acordo, não sei que necessidades reais ele veio satisfazer, não sei em que aproveita a Portugal e à língua portuguesa, não sei o que o justificou, o que o permitiu e o que o fez impor-se à força. Nas inúmeras vezes, aqui ou no Brasil, em que fui chamado a pronunciar-me sobre ele, o que sempre disse e mantenho, hoje mais a sério do que a brincar, foi que o AO nasceu porque um restrito grupo de académicos portugueses queriafazer umas viagens à borla ao Brasil e o pretexto encontrado foi o de negociar um acordo ortográfico — que os brasileiros nunca tinham pedido, nunca tinham sugerido e nunca tinham imaginado. E, por isso, os nossos autonomeados embaixadores da língua chegaram lá e disseram aos brasileiros: “Estamos aqui para fazer um AO em que todos os falantes de português passarão a escrever como vocês”. Um acto colonial ao contrário.
Em 2006, e subitamente, o AO, então conhecido pelo nome de Aborto Ortográfico, foi ressuscitado por um governo socialista e, sem mais, mandado entrar em vigor rapidamente. E porque para tal faltavam as ratificações necessárias, conforme o próprio acordo previa, a minoria militante alterou unilateralmente as regras, dizendo que ele se tornava vinculativo desde que apenas três países falantes de português o ratificassem. É essa golpada política que torna o AO juridicamente inexistente. À data de hoje, nem Angola nem Moçambique o ratificaram e o Brasil, que suspendeu durante dois anos a sua entrada em vigor, vive numa espécie de limbo jurídico em que ninguém sabe se o aplica conforme as suas regras ou apenas na parte que lhe interessa e que não o obriga a mudar o que quer que seja na sua grafia (entre outras coisas, o AO não previu que, na situação actual do Brasil, o único tema que lhes interessa seja traduzido por essa palavra tão portuguesa que é o impeachement…). Com a súbita ressurreição de 2006, o AO começou então a ser discutido mais a sério. Do lado dos oponentes, produziu-se uma larga série de textos, conferências e até livros, todos demonstrando, ou pretendendo demonstrar, a irracionalidade linguística, a nulidade jurídica e a falsidade dos argumentos sobre as alegadas vantagens do acordo. Do lado oposto, nada: sempre umas vagas e repetitivas declarações do professor Malaca Casteleiro e do doutor Carlos Reis, cuja argumentação, na essência, pode ser resumida a duas palavras: “Porque sim”. Fizeram-se abaixo-assinados, petições à Assembleia da República e até se conseguiu que esta nomeasse uma comissão, dirigida pelo deputado Michael Seufert***, para analisar o bom ou mau fundamento dos opositores do AO. A comissão concluiu pela absoluta razão destes, dizendo que o AO não podia estar em vigor juridicamente, que fora imposto ao país sem nenhuma discussão prévia e séria e que não se demonstrava quaisquer das vantagens que ele aduzia: não unificou a grafia da língua, antes a dividiu mais — entre países que escrevem segundo a grafia anterior, os que escrevem segundo a grafia do acordo (praticamente só Portugal), e o Brasil, que escreve como muito bem entende; separou, em Portugal, a grafia por gerações, coincidindo várias que escrevem com regras diferentes; e, quanto à tão invocada unificação do mercado editorial, seguindo as novas regras e em todos os países falantes de português, revelou-se a ficção que qualquer ser minimamente inteligente esperaria que fosse (e eu sou disso exemplo concreto: tenho cinco livros editados no Brasil e, por expressa vontade minha, nenhum deles de acordo com a grafia brasileira ou do AO, sem que tal me tenha prejudicado minimamente, em termos de mercado).
É arrepiante que, por vontade de uma vanguarda autonomeada para tal, um país se disponha a mudar uma língua que tem oito séculos de existência sem o consultar e à revelia daqueles que são os principais utilizadores dessa língua.
No “DN” de anteontem, li um artigo do constitucionalista Jorge Bacelar Gouveia, em defesa do AO, que é eloquente da leviandade com que uma verdadeira questão de soberania nacional foi e é tratada por quem pode e manda.
Com o devido pedido prévio de desculpas, eu afirmo que esse texto é um chorrilho de asneiras filhas da ignorância, de falsas verdades, de banalidades argumentativas e de uma arrogância intelectual, expoente de um certo terrorismo académico que tolhe e verga os políticos às suas ameaças. Mas o rei vai nu.
É uma lição de democracia para não esquecer.Toda a abundante produção de razões que contrariam as apregoadas vantagens do AO é reduzida por ele a um rol de “queixas, queixumes, remoques ou piadas” — o que quer dizer que não leu nada nem se deu ao trabalho de pensar em nenhum dos argumentos da parte contrária. E esta — a parte contrária — é arrumada por ele na categoria de “velhos” ou então de “uma certa elite bem pensante (incapaz) de terçar armas por coisas mais substanciais que verdadeiramente interessam a Portugal”. Seria caso para responder que não se percebe, então, por que razão o jovem Bacelar Gouveia perde, ele próprio, tempo a terçar armas pelo AO e não por coisas bem mais importantes… Mas a acusação é notável: a tal “elite bem pensante” é apenas a larguíssima maioria dos principais interessados e utilizadores da língua, que não foram nunca consultados sobre o assunto e que rejeitam o AO: escritores, jornalistas, professores, editores. E que,como disse o presidente da Academia das Ciências de Lisboa, Artur Anselmo, foram submetidos à força por um “acto despótico e ditatorial”, às mãos de outra elite, que não sei se é bem pensante ou apenas bem mandante. Por isso, pode Bacelar Gouveia, como “argumento” final, afirmar que a aceitação do AO “será uma questão de tempo” — como todas as imposições ditatoriais. Porque, embora vivamos em democracia, a nossa classe política está aqui tolhida pelo medo de enfrentar o terrorismo académico e pela chatice de ter de se ocupar de um assunto “menor”, que (mal) julgavam resolvido. Mas é sem dúvida arrepiante que, por vontade de uma vanguarda autonomeada para tal, um país se disponha a mudar uma língua que tem oito séculos de existência sem o consultar e à revelia daqueles que são os principais utilizadores dessa língua.
Para terminar, não resisto a dizer ao constitucionalista que usar argumentos tão estafados como o de Farmácia com F e não ph para tentar demonstrar as vantagens dos acordos ortográficos, é apenas ridículo: a palavra não tem origem na língua portuguesa nem latina, mas sim grega e por isso é que em línguas tão despiciendas como a inglesa e francesa se continua a escrever com ph. E se quer realmente saber como nem sempre os acordos ortográficos contribuem para enriquecer a língua, recomendo-lhe a releitura de Camilo: aí poderá constatar como, vários acordos e século e meio depois, a língua portuguesa se empobreceu.
segunda-feira, 11 de abril de 2016
CONSULTAS ONLINE de I CHING e CONSTELAÇÕES
MAIO e JUNHO
CONSULTAS ONLINE de I CHING e CONSTELAÇÕES PARA:PORTUGAL, BRASIL, ANGOLA, MOÇAMBIQUE, COMUNIDADES LUSÓFONAS e EMIGRANTES de LÍNGUA PORTUGUESA
Pode escolher entre:
a consulta que melhor se adequa a si.
Temas como:
- Relações
- Os desafios do Amor
- Caminho a percorrer
- Decisões a tomar
- Mudança de rumo
- Avanço e/ou recuos
- Doença
- Oportunidades ou armadilhas(?)
podem e devem ser colocados.
Tanto o I Ching como um trabalho de Constelação, são de grande ajuda no abrir/desbravar de caminhos antigos/novos.
Para agilizar as consultas Online, é conveniente que tenha bem claro o que pretende, de modo a facilitar a realização da mesma.
DIA: 14 de ABRIL
HORA: 09h PT - 21h BRasília *
SKYPE: luismvm1
INFORMAÇÕES:
- EMAIL: luismvm@gmail.com
- TLM: +351 919 744 249
Inscrição:
Enviar email para luismvm@gmail.com com:
- nome
- contacto (Phone)
- nome Skype
- tema a consultar
- hora desejada para consulta Online
- talão comprovativo de transferência bancária efectuada.
Transferência Bancária para:
- PT50 0032 0643 00202630914 54 Banco Barclays
As Consultas serão feitas via SKYPE entre as 09h PT e as 21h de BRasília
AVISO:
As marcações são efectuadas por ordem de chegada e de acordo com a confirmação de transferência efectuada!
Att.
Luís Moreira
sábado, 26 de março de 2016
Páscoa
Amar sem perdão. Não é Amor.
Perdoar sem Amar. Não é Perdão.
Se arrependimento matasse. Era a morte.
Se a morte se arrependesse. Era a vida.
Nesta relação bivalente, um e outro são as duas faces da mesma moeda.
Amor e Perdão
Vida e Morte.
Inseparáveis. Unos.
Redenção é Ressurreição.
E, na Ressurreição, vem o novo, Liberto.
Amar o sem perdão.
Perdoar o sem Amor.
Assim começa ... o eterno.
Feliz Páscoa . 2016
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Conhecimento ...
O conhecimento só por si, não implica sabedoria.
Tal conhecimento implica uma doação.
Uma doação a algo maior que nos transcenda.
Principalmente quando não "o vemos".
Mas não no sentido "o universo mostra", mas sim, eu revelo-me!
E nesse revelar-me solta-se a cegueira, assim, como a dor que ela escondia.
Luís V. Moreira
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Retiro na Serra da Estrela - Voz do Ser Interior
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terça-feira, 29 de julho de 2014
CLASSE de VOZ . FESTA de ENCERRAMENTO de ACTIVIDADES 2013/14
CLASSE de VOZ
29 de Julho de 2014 . 20h30
FESTA de ENCERRAMENTO
Ano Lectivo 2013/14
É um momento para partilhar.
PARTICIPAR com os seus entes queridos e trazê-los para o Convívio.
PARTICIPAR com os seus entes queridos e trazê-los para o Convívio.
Traga o seu instrumento e toque connosco.
Quem não tiver, venha e descubra como utilizar a Voz como um Instrumento.
A Voz é mais do que falar, recitar, cantar ...
É a maior potencia criativa que brota de nós.
Venha descobrir como.
LOCAL: Jardins de Belém - Pavilhão da Tailândia (Pastéis de Belém)
PARTICIPAÇÃO: 10€ (válido para 2 pessoas).
Veja aqui alguns exemplos de um Ws de VOZ
AGUARDAMOS POR SI
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